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    Vigilância Sanitária mostra avanço do mosquito da dengue em Joinville

    Publicado em Notícias - Sessões

    Câmara de Vereadores de Joinville

    A Prefeitura comunicou em nota, na última quinta, que, desde o início de janeiro, foram registrados 783 focos do mosquito aedes aegipty, transmissor de doenças como dengue, febre chikungunya e zika vírus. O número correspondia, na ocasião, a 97% dos focos encontrados pela equipe da Vigilância Sanitária de Joinville em todo o ano de 2018. Além dos focos, a cidade confirmou também nesse período dois casos de transmissão da dengue dentro do município.

    Câmara de Vereadores de Joinville
    Foto de Mauro Arthur Schlieck

    A Prefeitura comunicou em nota, na última quinta, que, desde o início de janeiro, foram registrados 783 focos do mosquito aedes aegipty, transmissor de doenças como dengue, febre chikungunya e zika vírus. O número correspondia, na ocasião, a 97% dos focos encontrados pela equipe da Vigilância Sanitária de Joinville em todo o ano de 2018. Além dos focos, a cidade confirmou também nesse período dois casos de transmissão da dengue dentro do município.

    A coordenadora do controle de endemias da Vigilância Sanitária de Joinville, Nicoli dos Anjos, falou na sessão desta segunda (25), a partir de requerimento do vereador Rodrigo Fachini (MDB).

    Os bairros mais afetados são Boa Vista, Itaum e Jarivatuba, sendo que o bairro da Zona Leste concentra mais de um quinto dos focos do mosquito encontrados da cidade. A maioria dos focos, porém, foi encontrado em armadilhas, não propriamente em casas de moradores, distinguiu a coordenadora. Os focos encontrados em casas corresponderiam a 25% do total.

    Fachini manifestou preocupação com a evolução da quantia de focos registrados em Joinville nos últimos anos. O vereador ressaltou a redução no número de focos entre 2014 e 2016, mas criticou a elevação dos focos nos anos seguintes. Em 2017, 293 foram registrados e em 2018 foram 806. Só em 2019, afirmou, os focos já ultrapassavam essa quantia.

    Segundo o vereador, foram 243 focos em 2014, 231 em 2015 e 156 no ano seguinte. Naquela época, o bairro mais afetado era o Floresta, e o vereador mencionou o trabalho de conscientização na região como exemplo de prevenção às doenças. No ano passado, por exemplo, o bairro não chegou a registrar 3% dos focos do mosquito.


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